George, Seu Sacana!

A galera segue pedindo no twitter, mas os diretores da trilogia de “Porra, Ringo” estão indecisos a respeito de sua continuação. Não dava também pra fazer nenhum “Porra, Fulano” com outro membro da banda, pois esse título já é mérito exclusivo do Ringão. Então, um novo personagem ganha sua própria saga…

Beatle exotérico? Beatle mais calado? Então você não conhecem a verdadeira identidade de George. O mais mineirinho deles: na dele, mas sempre pronto para aprontar. E adivinha quem é o seu principal alvo?

Todas as fotos são cortesia da Beatles Pictures (+ de 3000 fotos)

Gostou desse?  Então você vai curtir também a trilogia do “Porra, Ringo!”

Por João Resende

O maior momento de Peter Frampton

Ao comemorar, recentemente, 60 anos de idade e quase 45 de música, Peter Frampton foi perguntado: qual foi o momento máximo de sua carreira?

“O grande momento de minha vida foi quando sentei no Abbey Road Studios ao lado de George Harrison. Estávamos eu à esquerda e ele à direita observando Phil Spector na cabine, era 1971 eu acredito. Eu tinha acabado de deixar o Humble Pie e gravei alguns trechos acústicos no ‘All Things Must Pass’ e entre uma música e outra eles tinham que trocar os tapes, o que levava de 10 a 15 minutos, daí eu e George ficávamos fazendo uma Jam”.

Em homenagem ao aniversário do compositor grandes hits como “Baby I Love Your Way”, aqui vai ele tocando uma música do amigo Beatle. A gravação não é muito boa, ma seu escolhi essa por ser ao vivo.

Show the way, Pete!

FONTE

Por João Resende

John, isso está bom?

Da entrevista que Paul MccCartney deu ao jornal Daily Record , muita gente ficou espantado com a declaração dele de que hoje talvez os Beatles pudessem se reunir. Mas o Beatles Examiner prestou atenção em outra frase que, sinceramente, é bem mais marcante.

“Hoje, se eu escrevo uma música, estou sempre checando na minha mente, ‘Será que o John deixaria eu escrever este verso ou é muito sem graça? Às vezes, eu até penso, foi mal (John), mas a música é minha. Mas eu sempre estou checando com ele na minha mente.”

Bonito pensar que a parceria Lennon-McCartney ainda existe, mesmo que seja em sentimento e espírito. Mas estranho ver também que Paul ainda guarda certas lembranças pesadas como o velho e aguçado senso crítico de John. Imagina você ter composto uma música de amor melodiosa, ir dormir tranquilamente e, no meio do sonho, tem uma visão dessas?

Acordo na hora!

FONTE

Por João Resende

Gibson J-160E ‘Jumbo’ – Parte 2

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Como já havíamos visto na matéria anterior, John perdera seu primeiro Gibson ‘Jumbo’ em dezembro de 1963, durante o primeiro “Christmas
Show”. Mas eu também havia dito que ele comprou outro igual (apenas com a diferença de ter dois circulos ao redor da ‘boca’ do violão, ao
invés de um, como no anterior) e que esse seria o tema da próxima matéria. Conforme prometido, hoje vou falar um pouco sobre o segundo violão
Gibson do John.
Bom, John o recebeu o violão durante a tournê americana dos Beatles, em 1964, que ocorreu entre os dias 19 de agosto e 20 de setembro. Nesses shows ele não foi usado, tendo figurado apenas em algumas fotos batidas nos backstages da tournê. A primeira vez que John o usou de fato, foi no fim de setembro, nas gravações do disco “Beatles for Sale”. Nesse disco, John o usou em I’m A Loser, No Reply, Baby’s in Black, Mr. Moonlight, What You’re Doing, I Don’t Want to Spoil the Party, Every Little Thing, Honey Don’t, I’ll Follow the Sun e I Feel Fine.
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Logo após isso, o violão foi usado na aparição para o programa “Shindig!”, no dia 3 de outubro de 1964, onde os Beatles tocaram “I’m a Loser”, “Boys” e “Kansas City/Hey-Hey-Hey” (nas duas primeiras, John usou seu violão Gibson, na segunda, usou a Rickenbacker 325), assim como nos ensaios do dia anterior (foto acima). Esse violão também foi usado nas gravações dos programas “Scene at 6:30”, no dia 14 de outubro, “Thank Your Lucky Stars”, no dia 21 de novembro e “Ready Steady Go!”, em 23 de novembro daquele ano, sendo a última aparição desse violão em programas de TV.
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Vídeo dos Beatles tocando “I’m a Loser” e “Boys” no programa “Shindig”, em 3 de outubro de 1964:
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No ano seguinte, John o usou nas gravações do álbum “Help!”, nas músicas Help!, Another Girl, Act Naturally, I’ve Just Seen A Face e You Like Me Too Much. Já em “Rubber Soul”, ele foi usado em Norwegian Wood, Michelle, What Goes On?, I’m Looking Throught You, In My Life, Run For Your life e We Can Work It Out. Esse violão também figurou em shows nesse ano. Durante a tournê européia, que ocorreu entre os dias 20 de junho e 3 de julho, John o usava pra tocar “I Feel Fine”, como pode-se ver nesse vídeo do primeiro show da tournê, em 20 de junho de 1965, no Palais de Sports, em Paris:
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Em 1966, John o usou um pouco menos, gravando apenas “I’m Only Sleeping” e “Yellow Submarine”, do disco “Revolver”, com ele. Porém, ele também aparece em fotos de backstages e em alguns palcos nesse ano. No ano seguinte, o violão foi reformado, logo após as sessões do “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, aonde ele aparece em “Lovely Rita” e “A Day In The Life” (assim como nos singles “Penny Lane”/”Strawberry Fields Forever”), e ganhou uma pintura psicodélica em roxo e azul. Já com a pintura, John o usou em “Magical Mystery Töur” e em “Flying”, ambas do disco “Magical Mystery Tour”.
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John se arrependeu de ter pintado o violão, já que isso estava prejudicando na sonoridade do mesmo. Então, em 1968, mandou raspá-lo e passar uma camada de verniz nele. Ele o usou nas sessões do “White Album” em Back in the U.S.S.R., Dear Prudence, Glass Onion, The Continuing Story of Bungalow Bill, I’m So Tired, Julia e Cry Baby Cry. O violão já raspado pode ser visto no vídeo dos Beatles ensaiando “Hey Jude” no estúdio:
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Em 1969, John o usou na gravação de “Give Peace a Chance”, em 1º de junho, em um quarto de hotel em Montreal. Na ocasião, o ‘Jumbo’ tinha duas caricaturas de John & Yoko, feitas por Lennon. A gravação foi registrada em vídeo e você pode ver logo abaixo:

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Esse violão permancece no Dakota, com as caricaturas que John fez em 1969. A Gibson fez uma edição limitada de 250 unidades, dos tês modelos do J-160E:
Por Vítor Franke.




O quebra-cabeça do Álbum Branco!

Achei na NET, não me lembro mais onde, essa pérola. Tem Puzzle mais complicado do que este?

Para crianças acima de 6 meses.

Por João Resende

Até o Pac-Man tem #beatlesfacts?

Em homenagem aos 30 anos do “Beatle do vídeo-games”, o simpático e guloso Pac-Man, a Beatles to the People relembra a paródia de Taxman feita pelo músico americano  doidão “Weird Al” Yankovic, em 1981, falando sobre o jogo. Ele nunca chegou a lançá-la em nenhum de seus álbuns, mas ela está disseminada no youtube. É bem fiel à original só que com alguns efeitos do jogo. Enjoy!

Letra:

I used to be a pinball freak
That’s where you’d find me every week
But now it’s Pacman!
Ye-ea-ah it’s the Pac-ma-an!

I love to gobble up those dots
Keep pumpin’ quarters in the slots
They call it “Pacman”!
Ye-ea-ah it’s the Pac-ma-an!

At the game arcade
they say I’m “hard core”
I can play all day
‘til my hands are sore
And I quit my job
just to play some more
But I won’t give up
‘til I break high score

Pacman! [music from Pacman “intermission”]

Well it’s the Pacman!
Ye-ea-ah it’s the Pac-ma-an!

Well it takes a lot of cash to play
(Pacman! Get the cherry!)
So I’m gonna sell my house today
(Pacman! Eat ‘em up!)

I’m playin’ Pacman!
Ye-ea-ah it’s the Pac-ma-an!

Hey mom, I won’t be home this year
(Pacma-an!)
Please forward all my mail right here!
(Pacma-an!)
I’m at the Pacman!
Ye-ea-ah it’s the Pac-ma-an!

…and you’re playing with no one but me
Pacman!
[music from Pacman “intermission”]
[sound from when Pacman dies]

Por João Resende

Gary Wright e Ringo em “Satisfied”

O primeiro single do novo álbum de Gary Wright, “Connected”, foi lançado digitalmente no dia 18 de maio.  was released digitally on May 18th. O nome da canção é “Satisfied” e tem a participação muito especial de Ringo Starr na bateria. Além dele, Joe Walsh Jeff ‘Skunk’ Baxter participam tocando guitarra.

“Logo antes de começar minha turnê com a banda do Ringo em 2008, eu comecei a escrever o que viria a ser esse novo álbum de estúdio. Queria que tivesse a mesma direção do meu álbum The Dream Weaver; sem produção demasiada.”

E como ninguém ainda teve a sagacidade de colocar a nova faixa no youtube, comemoramos a ocasião justamente com a canção homônima ao CD que Gary mencionou na delcaração. Em 2008, Gary Wright toca The Dream Weaver co, Ringo em sua turnê com a All Star Band.

FONTE

Por João Resende